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SNQTB defende conclusão da união bancária e dos mercados de capitais
O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários pede conclusão da união bancária e mercados de capitais com carta a Maria Luís Albuquerque, pedindo uma maior competitividade e respondendo a desafios globais no setor financeiro.
17 Dez 2024 - 16:40
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Maria Luís Albuquerque | Foto: LinkedIn
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Maria Luís Albuquerque | Foto: LinkedIn
O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) destaca, numa carta enviada à comissária europeia Maria Luís Albuquerque, a importância de concluir a união bancária e dos mercados de capitais e de promover a competitividade no sistema financeiro.
“Esperamos que, no exercício das suas funções, a União Europeia consiga concluir a construção da união bancária e da união dos mercados de capitais. Simultaneamente, será essencial dar continuidade à trajetória de estabilidade e confiança no sistema financeiro, assim como promover uma vontade política capaz de responder aos desafios da competitividade global, incluindo a antecipação dos impactos previstos da alteração nas tarifas comerciais, bem como dos efeitos dos conflitos geopolíticos”, lê-se na carta, datada do passado dia 4.
Dirigida à nova comissária europeia para os Serviços Financeiros e União de Poupança e Investimento, Maria Luís Albuquerque, a carta propõe ainda uma “colaboração ativa em temas fundamentais para o setor financeiro e bancário na União Europeia”.
“Neste novo mandato, gostaríamos de sublinhar as nossas expectativas de avanços estratégicos com impacto positivo não só no setor financeiro e bancário, mas também no desenvolvimento socioeconómico da União Europeia em geral”, refere o SNQTB.
Neste sentido, e face aos “desafios prementes que os profissionais bancários enfrentam, tanto em Portugal como no contexto europeu”, o sindicato considera ser “fundamental uma colaboração articulada e uma visão de futuro que favoreçam a estabilidade, o crescimento sustentável e a dignificação destes trabalhadores”.
“Manteremos a nossa atenção no acompanhamento do debate europeu entre legisladores e decisores sobre matérias de interesse prioritário para os bancários”, sustenta o SNQTB, reafirmando a sua “total disponibilidade para colaborar em iniciativas que visem a construção de soluções que alinhem os interesses dos trabalhadores com os objetivos estratégicos da Comissão Europeia”.
A nova comissária europeia portuguesa já expressou a sua vontade de cumprir a união bancária e de mercado de capitais, bem como de criar condições para uma maior competitividade da parte da União Europeia.
Agência LUSA
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