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Sérgio Raposo Frade eleito presidente executivo da Caixa Central de Crédito Agrícola
Sérgio Raposo Frade foi eleito com 96% dos votos. O seu mandato vai de 2025 a 2027. Frade tem mais de 20 anos de experiência no setor financeiro e é CFO do Grupo Crédito Agrícola desde 2017.
02 Jun 2025 - 14:39
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O novo presidente executivo do Crédito Agrícola, Sérgio Raposo Frade | Foto: Crédito Agrícola
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O novo presidente executivo do Crédito Agrícola, Sérgio Raposo Frade | Foto: Crédito Agrícola
O novo presidente do Conselho de Administração Executivo da Caixa Central de Crédito Agrícola é Sérgio Raposo Frade. O agora líder do banco foi eleito em Assembleia Geral – onde votaram todas as caixas associadas – no sábado, com 96% dos votos, sendo esta a única lista candidata aos órgãos sociais, segundo informa a instituição em comunicado.
Eleito para o triénio 2025 – 2027, o novo Conselho de Administração Executivo é composto ainda pelos vogais Ana Paula Freitas, Ana Maria Rodrigues, Filomena Ferraz de Oliveira, João Laranjeira, José Manuel Henriques e Rodolfo Varela Pinto. Segundo o Crédito Agrícola, o novo presidente conta com uma carreira superior a duas décadas no setor financeiro e está no Conselho de Administração Executivo desde 2013.
Sérgio Raposo Frade é CFO do grupo desde 2017 e já liderou áreas como Finanças, Planeamento, Controlo, Tecnologias de Informação e Gestão de Ativos. Antes de se juntar ao Crédito Agrícola, o agora presidente foi consultor nas áreas de gestão e ‘corporate finance’.
Nos últimos 12 anos, a Caixa Central de Crédito Agrícola foi liderada por Licínio Pina, “tendo sido responsável por um conjunto de medidas fundamentais para que o Banco pudesse registar em 2024 um lucro de 438 milhões de euros, como são os exemplos da profissionalização da gestão das Caixas Agrícolas, recomposição dos órgãos no feminino, ajustar os rácios de malparado e remunerar o capital das Caixas Agrícolas”, argumenta o banco.
Os nomes para o Conselho de Administração Executivo e para o Conselho Geral e de Supervisão estão agora sujeitos à autorização do Banco de Portugal.
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