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Raize anuncia reforço de fundos próprios de 1,5 milhões

“Montante do aumento do capital social é de 205.357,11 euros, passando dos atuais 575.000,00 euros para 780.357,11 euros, “correspondendo à emissão de até 1.785.714 ações nominativas ordinárias”, segundo a Raize.

19 Fev 2026 - 09:45

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Alberto Amaral, CEO da Raize e da Flexdeal | Foto: LinkedIn

Alberto Amaral, CEO da Raize e da Flexdeal | Foto: LinkedIn

A plataforma de pagamentos Raize anunciou nesta quarta-feira um reforço de fundos próprios de nível 1 de 1,5 milhões de euros, efetuando, para isso, um aumento de capital, proposta que irá ser apresentada numa assembleia-geral, em 23 de março. De acordo com vários comunicados publicados pela CMVM, a empresa e a sua acionista Flexdeal indicaram que o “aumento de participação qualificada” contempla um “montante total de reforço de fundos próprios de nível 1” de 1.500.000 euros, incluindo um aumento de capital por novas entradas em dinheiro.

O “montante do aumento do capital social é de 205.357,11 euros, passando dos atuais 575.000,00 euros para 780.357,11 euros, “correspondendo à emissão de até 1.785.714 ações nominativas ordinárias”, com o valor nominal de 0,115 euros cada uma. O preço de subscrição é de 0,84 euros por ação, “o que corresponde ao preço médio ponderado de cotação do último semestre no sistema de negociação multilateral Euronext Access”, indicam.

O aumento de capital é “realizado mediante oferta particular dirigida aos atuais acionistas da sociedade titulares de direitos de voto iguais ou superiores a 2% do capital social da sociedade” com um ágio, ou seja, diferença entre valor nominal e de subscrição, até 1.294.642,89 euros.

“A Raize foi informada que o acionista Flexdeal – SIMFE, S.A. assume o compromisso firme de subscrever, em rateio e até ao montante máximo do aumento a deliberar, a totalidade do capital emitido que não seja subscrito pelos acionistas com direito a subscrever o aumento”, disse o grupo. Segundo a Raize, o aumento de capital tem a sua eficácia condicionada “à não oposição do Banco de Portugal”.

A assembleia-geral da empresa irá ainda deliberar sobre a adição ao contrato de sociedade de um novo artigo e sobre “a sujeição ao regime das prestações suplementares de capital do financiamento, enquanto prestação acessória, efetuado pelos acionistas C2 R&D Growth VI – Fundo de Capital de Risco Fechado, C2 R&D Growth IX – Fundo de Capital de Risco Fechado e C2 R&D Growth XI – Fundo de Capital de Risco Fechado, no montante global de 2.000.000,00 euros”.

Irão ainda deliberar sobre “a limitação do direito de preferência no aumento de capital identificado aos atuais acionistas da sociedade que sejam titulares de direitos de voto iguais ou superiores a 2% do capital social”.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT50

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