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Paulo Macedo defende “subvenções a fundo perdido” para os prejuízos das tempestades

O presidente da CGD diz que é fundamental Portugal ter um “fundo de catástrofes” e todas as entidades têm que contribuir

26 Fev 2026 - 18:13

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Paulo Macedo, CEO da CGD | Foto:

Paulo Macedo, CEO da CGD | Foto:

O presidente executivo da Caixa Geral de Depósitos (CGD) defendeu nesta quinta-feira que devem existir “subvenções a fundo perdido” para ajudar a recuperar os prejuízos provocados pelo comboio de tempestades que atingiu o País, mas avisa “são os contribuintes que vão pagar…a CGD já dá o seu contributo”.

O presidente da CGD defende também que existam moratórias para o crédito ao consumo e não só para o crédito à habitação, “quando existem dificuldades, existem dificuldades transversais”, acrescentou.

A CGD concedeu 1,049 moratórias (1.7 mil milhões de prestações devolvidas) de um total de 1.068 pedidos (98% aceites) 685 pedidos de Crédito Habitação, cerca 90% dos pedidos feitos on-line, e com 416 prestações devolvidas e 383 pedidos de Empresas, com 1,5 mil milhões de euros devolvidos.

Outra realidade importante abordada por Paulo Macedo durante a apresentação de resultados é a inexistência de um “fundo de catástrofes”. “Portugal tem que ter um fundo de catástrofes e todas as entidades têm que participar”, afirmou aquele responsável, acrescentando, “temos que refletir porque é que existem 50% das casas sem seguro quando as pessoas subscrevem os seguros obrigatórios (o seguro automóvel) ou está a aumentar a subscrição dos seguros de saúde”, refere o responsável da CGD, que saliente que “uma coisa são as alterações climáticas que provocam tempestades, outra coisa é o risco sísmico que advém do facto de estarmos numa zona sísmica”.

 A Caixa Geral de Depósitos (CGD) recebeu, desde 28 de janeiro, cerca de mil pedidos de moratórias no valor de quase 100 milhões de euros devido aos efeitos do mau tempo, disse hoje o presidente executivo do banco público, Paulo Macedo.

Além das moratórias, Paulo Macedo disse que o banco recebeu também diversos pedidos de aumento de ‘plafonds’ de cartões de crédito por parte de clientes, assim como pedidos para reforço das contas correntes destinadas a aliviar a tesouraria das empresas.

O presidente executivo da CGD afirmou que, após os pagamentos das seguradoras e dos apoios do Estado, o banco público irá lançar “um conjunto importante de linhas de crédito de médio e longo prazo para serem utilizadas”.

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