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Centeno será o sexto candidato ao lugar de vice-presidente do BCE

Cinco países já apresentaram formalmente a sua candidatura ao lugar de Luís de Guindos. Mário Centeno disse ontem que será candidato, ministério das Finanças confirmou hoje a candidatura.

09 Jan 2026 - 07:30

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Termina nesta sexta-feira o prazo para os países da zona euro apresentarem candidaturas à vice-presidência do Banco Central Europeu (BCE), atualmente ocupada pelo espanhol Luis de Guindos, cujo mandato termina no próximo dia 31 de maio.

Até ao momento, cinco países já apresentaram as suas candidaturas: Croácia, Finlândia, Estónia, Letónia e Lituânia. Até ao final do dia de hoje, ainda poderão dar entrada, junto dos serviços do Conselho Europeu, outros nomes propostos pelos países da zona euro, que deverão ser apreciados na primeira reunião do Eurogrupo, a realizar-se no próximo dia 19 de janeiro.

Mário Centeno, ex-ministro das Finanças e antigo governador do Banco de Portugal, afirmou ontem que será candidato ao cargo. Nesta sexta-feira chegou a confirmação por parte do ministério das Finanças

O próprio ministro Miranda Sarmento afirmou, numa entrevista à agência Bloomberg no passado mês de dezembro, que Centeno “é um possível candidato, mas não existe uma confirmação oficial”. O governante acrescentou ainda que, “se a oportunidade surgir”, o Governo “irá apoiar qualquer português para esta posição ou para qualquer outra”.

O último candidato formalmente apresentado foi o da Croácia, que anunciou ontem o nome de Boris Vujčić, governador do banco central daquele país, para suceder a De Guindos como vice-presidente do BCE.

A Finlândia foi o primeiro país a apresentar um nome para a sucessão de De Guindos. Logo em outubro, a ministra das Finanças finlandesa, Riikka Purra, revelou que Olli Rehn seria o candidato. Ex-comissário europeu dos Assuntos Económicos entre 2010 e 2014, antigo vice-presidente da Comissão Europeia e atualmente a cumprir o seu segundo mandato como governador do banco central finlandês, Rehn é considerado um dos nomes mais fortes na corrida.

Em novembro, foi a vez do ministro das Finanças da Letónia, Arvils Ašeradens, confirmar como candidato o governador do banco central, Martin Kazaks.

Mais recentemente, foram assumidos mais dois candidatos: na passada terça-feira, o ministro das Finanças da Lituânia confirmou a candidatura de Rimantas Šadžius, também antigo ministro das Finanças; e, já esta semana, a Estónia anunciou a candidatura de Madis Müller, atual governador do banco central do país.

Outra potencial candidata era a vice-governadora do banco central da Grécia, Christina Papaconstantinou, cujas possibilidades ficaram substancialmente reduzidas depois de o seu compatriota Kyriakos Pierrakakis ter sido eleito presidente do Eurogrupo.

Embora seja o Conselho Europeu a fazer a escolha final, o Parlamento Europeu é chamado a emitir um parecer consultivo — não vinculativo — após uma audição pública do candidato. Também o Conselho do BCE, composto pelos governadores dos bancos centrais nacionais e pela Comissão Executiva, é formalmente consultado.

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