2 min leitura
Ministro diz que 40 mil jovens beneficiaram da garantia pública para a compra de casa
Valor médio dos imóveis adquiridos ao abrigo da medida governamental é de 200 mil euros
15 Jul 2026 - 12:15
2 min leitura
Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças | Foto: Governo de Portugal
Mais recentes
- Procuradores alemães acusam quatro antigos funcionários do Commerzbank de evasão fiscal
- Revolut quer abrir sucursal na Finlândia
- Deutsche Bank muda de escritório em Canary Wharf
- Eurosistema seleciona SIBS para programa europeu de tokenização
- Taxa de juro do crédito à habitação subiu para 3,135% em julho
- Aquisição do Webster Bank pelo Santander está concluída
Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças | Foto: Governo de Portugal
O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, afirmou nesta quarta-feira, na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública (COFAP), que cerca de «40 mil jovens já beneficiaram da garantia pública para a compra de habitação». O governante acrescentou que o «valor médio dos imóveis adquiridos com recurso à garantia pública é de 200 mil euros».
O ministro adiantou ainda que o Governo deverá apresentar um «plano de poupança abrangente, com vários mecanismos», no qual poderá ser incluída a figura das «contas poupança isentas de impostos», uma reivindicação da Comissão Europeia promovida pela comissária europeia dos Serviços Financeiros, Maria Luís Albuquerque.
Joaquim Miranda Sarmento referiu também que o Executivo deverá apresentar em breve a proposta relativa à constituição do Fundo Soberano, recordando que «a compra de ativos financeiros por parte do Estado não tem impacto nas contas nacionais».
O ministro das Finanças manteve a sua previsão de equilíbrio orçamental no final de 2026 — correspondente a um saldo nulo — apesar de a economia portuguesa ter registado crescimento zero no primeiro trimestre do ano.
Relativamente ao chamado «imposto sobre os lucros extraordinários», Miranda Sarmento recordou que o Governo sempre defendeu que uma solução desta natureza deveria ser adotada a nível europeu. «A última coisa que quero é deixar ao meu sucessor um imposto que possa vir a ser declarado inconstitucional, como aconteceu com o chamado Adicional de Solidariedade sobre o Setor Bancário, aprovado em 2020 e posteriormente considerado inconstitucional», afirmou.
Mais recentes
- Procuradores alemães acusam quatro antigos funcionários do Commerzbank de evasão fiscal
- Revolut quer abrir sucursal na Finlândia
- Deutsche Bank muda de escritório em Canary Wharf
- Eurosistema seleciona SIBS para programa europeu de tokenização
- Taxa de juro do crédito à habitação subiu para 3,135% em julho
- Aquisição do Webster Bank pelo Santander está concluída