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IA pode cortar 200 mil empregos nos bancos nos próximos anos
Tarefas de ‘back office’, ‘middle office’ e relacionadas com as operações em maior risco, segundo a Bloomberg Intelligence. Força de trabalho pode ser cortada em 3% nos próximos três a cinco anos.
09 Jan 2025 - 15:21
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Os bancos deverão cortar até 200 mil empregos nos próximos três a cinco anos, à medida que a inteligência artificial (IA) substitui tarefas atualmente realizadas por trabalhadores humanos, de acordo com a Bloomberg Intelligence (BI).
Os diretores de tecnologia entrevistados pela divisão de pesquisa e análise financeira da Bloomberg indicaram que, em média, 3% da sua força de trabalho deverá ser cortada.
De acordo com o relatório publicado nesta quinta-feira, ‘back office’, ‘middle office’ e operações são as áreas em maior risco. Os serviços ao cliente também devem registar mudanças, sobretudo porque os ‘bots’ poderão fazer a gestão destas funções. “Qualquer trabalho que envolva tarefas rotineiras e repetitivas está em risco”, refere Tomasz Noetzel, analista sénior da BI e autor do relatório. Acrescentando, no entanto, que a IA não eliminará totalmente estas funções, “mas levará à transformação da força de trabalho”.
A análise foi realizada com base em questionários a 93 responsáveis dos bancos Citigroup, JPMorgan Chase & Co. e Goldman Sachs Group.
Quase um quarto dos entrevistados prevê um declínio mais acentuado entre 5% e 10% do total de funcionários.
As descobertas apontam para ganhos na indústria. Em 2027, os bancos podem ver os lucros passarem de 12% a 17%, à medida que a IA impulsiona um aumento na produtividade, de acordo com a BI. Oito em cada dez entrevistados esperam que a IA generativa aumente a produtividade e a geração de receita em pelo menos 5% nos próximos três a cinco anos.
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