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Governo alarga montantes de subscrição dos Certificados de Aforro
O limite máximo por subscritor passa de 100 mil para 250 mil euros. A taxa de juro da Série F foi fixada em 2,138% para abril.
24 Abr 2026 - 09:50
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Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
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Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
O Governo alargou os montantes máximos de subscrição dos Certificados de Aforro. Num despacho publicado nesta sexta-feira no Diário da República, o ministro das Finanças aumentou o limite máximo dos certificados da Série F (os únicos atualmente em subscrição) de 100 mil euros por subscritor para 250 mil euros.
Os limites máximos de certificados da Série F, acumulados com certificados de aforro da Série E (encerrada a 2 de junho de 2023), passam de 350 mil euros para 500 mil euros.
O ministro justifica este alargamento dos limites de subscrição, afirmando que “os limites de subscrição da «Série F» permanecem inferiores aos que têm sido tradicionalmente os limites de subscrição das séries anteriores de certificados de aforro”.
“Os certificados de aforro são um instrumento de fomento à poupança a longo prazo, com uma remuneração crescente, manifestada através do pagamento de um prémio de permanência, associada à possibilidade de mobilização antecipada e sem risco de perda de capital”, refere o governante no despacho publicado esta sexta-feira.
A taxa de juro bruta para novas subscrições de Certificados de Aforro, Série F, em abril de 2026, foi fixada em 2,138%, e o alargamento dos limites de subscrição entra imediatamente em vigor.
Recorde-se que os Certificados de Aforro têm uma maturidade de 15 anos e que, à taxa base definida na data de início de cada trimestre, acresce um prémio de permanência: 0,25% do 2.º ao 5.º ano; 0,50% do 6.º ao 9.º ano; 1% no 10.º e 11.º ano; 1,50% no 12.º e 13.º ano; e, finalmente, 1,75% no 14.º e 15.º ano.
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