Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

3 min leitura

Goldman Sachs volta a liderar área de M&A em 2025

O Goldman Sachs esteve envolvido em negócios que totalizaram 1,48 biliões de dólares. Venda da Warner Bros ainda vai influenciar 'ranking' final.

07 Jan 2026 - 14:06

3 min leitura

Foto: Wikimedia

Foto: Wikimedia

O ano de 2025 ficou marcado por um mercado bastante dinâmico na área de fusões e aquisições (M&A). O banco norte-americano Goldman Sachs não desperdiçou esta tendência e manteve-se no topo do pódio como líder nesta área, segundo dados da LSEG citados pela Reuters.

No ano passado, houve um aumento dos negócios superiores a 10 mil milhões de dólares, nota a Reuters, para 68, que totalizaram um volume de 1,5 biliões de dólares, mais do dobro de 2024. Segundo os dados da LSEG, foi o período mais intenso em número de grandes negócios desde que há registos da LSEG, ou seja, 1980.

O Goldman Sachs conseguiu assegurar o lugar de ‘advisor’ em 38 das operações, mais do que qualquer outro banco. A instituição desempenhou esta função em transações que ascenderam a um total de 1,48 mil milhões de dólares, o que equivale a uma quota de mercado de 32%.

O banco de investimento conseguiu o primeiro lugar tanto em receitas de comissões nesta área de negócio como em valor total das transações, conseguindo conquistar ainda quota de mercado em ambos os campos. O volume de comissões recebidas foi de 4,6 mil milhões de dólares. Em segundo lugar aparece o JPMorgan, com 3,1 mil milhões, e em terceiro o Morgan Stanley, com 3 mil milhões. No que diz respeito ao valor total de negócios, os segundo e terceiro lugar pertencem também ao JPMorgan e Morgan Stanley, respetivamente.

O co-diretor Global de M&A do Goldman Sachs, Stephan Feldgoise, considerou que 2025 foi um “ano excecional” nesta área.

A Reuters nota que um dos negócios a impulsionar o desempenho é a compra da Warner Bros – que ainda está em curso. Esta operação, em específico, envolve vários bancos da lista, posicionados em várias frentes do negócio. O JPMorgan é o conselheiro principal da Warner Bros, enquanto o Wells Fargo está a acompanhar a Netflix na sua demanda.

Outro banco mais pequeno, Moelis, também auxiliou a Netflix. Também na liga dos mais pequenos aparecem a RedBird Capital Partners e a M. Klein & Co, que aconselharam a Paramount.

O resultado deste negócio vai ainda influenciar o ‘ranking’ final de M&A, pois o atual tem em conta todas as opções em cima da mesa. Nesta quarta-feira, a administração da Warner Bros voltou a rejeitar uma oferta da Paramount, mantendo a preferência pela Netflix.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade