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Frank Elderson reeleito Vice-Presidente do Conselho de Supervisão do BCE até 2028
Proposta do Conselho de Governadores foi aprovada pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho
17 Fev 2026 - 15:26
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Frank Elderson, membro da Comissão Executiva do BCE e vice-presidente do Conselho de Supervisão do BCE | Foto: BCE
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Frank Elderson, membro da Comissão Executiva do BCE e vice-presidente do Conselho de Supervisão do BCE | Foto: BCE
Frank Elderson, atualmente membro do Conselho Executivo do Banco Central Europeu (BCE) e Vice-Presidente do Conselho de Supervisão, viu o seu mandato prolongado até dezembro de 2028.
Elderson formou-se em Direito na Universidade de Amesterdão e concluiu uma pós-graduação na Columbia Law School, em Nova Iorque (EUA). Desde 2020 integra o Conselho Executivo do BCE, sendo uma das figuras mais influentes na supervisão bancária europeia e um defensor empenhado da incorporação de riscos climáticos nas práticas de regulação financeira.
Desempenhou um papel fundamental na promoção das finanças sustentáveis na esfera bancária e foi uma figura central na criação da Network for Greening the Financial System (NGFS), uma rede internacional de bancos centrais e autoridades de supervisão dedicada a integrar riscos climáticos no sistema financeiro.
“É uma honra continuar a servir como Vice-Presidente do Conselho de Supervisão até ao final do meu mandato como membro do Conselho Executivo do BCE. Bancos seguros e sólidos são essenciais para manter o fluxo de financiamento que sustenta uma economia europeia competitiva e resiliente”, afirmou Frank Elderson, num comunicado divulgado pelo BCE.
“Continuo totalmente empenhado em proporcionar estabilidade financeira aos cidadãos europeus, especialmente enquanto navegamos num ambiente externo complexo. Isto exige que nos antecipemos a uma série de desafios, incluindo ameaças geopolíticas e cibernéticas, bem como riscos relacionados com as crises climáticas e ambientais. Espero continuar a desempenhar o meu papel para garantir que a supervisão bancária europeia seja orientada para o futuro, eficaz, proporcional e baseada no risco”, acrescentou.
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