2 min leitura
Fintechs britânicas ponderam comprar bancos nos EUA para acelerar obtenção de licenças
Revolut e Starling estudam aquisições de bancos norte-americanos para expandir operações nos 50 estados.
02 Set 2025 - 12:20
2 min leitura
Foto: Pexels
Mais recentes
- 2025 bateu o recorde de depósitos de particulares nos bancos
- Revolut lança primeiro cartão ‘ultra-premium’ para empresas no Reino Unido
- DBRS vê sistemas de pagamentos sem impacto com o conflito no Médio Oriente
- Novo Banco debate descarbonização e resiliência a riscos climáticos em ‘Semana da Sustentabilidade’
- Dono do brasileiro Banco Master detido
- Suíça já escolheu as novas notas para 2030
Foto: Pexels
As fintechs britânicas estão a acelerar os planos de compra de bancos nos Estados Unidos, aproveitando uma postura mais flexível dos reguladores americanos face a fusões e aquisições. Os bancos digitais do Reino Unido, Revolut e Starling, estão a avaliar a compra de bancos com estatuto nacional nos EUA, o que lhes permitiria obter licenças bancárias americanas e operar em todos os 50 estados, assinala o Financial Times nesta terça-feira.
De acordo com o jornal, a Revolut terá contactado consultores, incluindo o Bank of America, sobre a compra de um banco norte-americano, segundo uma fonte próxima do assunto.
Muitos veem a aquisição como uma forma de acelerar o crescimento nos EUA e obter uma licença mais rapidamente do que através de uma candidatura do zero.
Declan Ferguson, diretor financeiro da Starling, afirmou que a empresa estava a considerar solicitar uma licença bancária nos EUA, mas que uma aquisição poderia ser mais rápida: “Estamos a considerar ambos os caminhos, embora provavelmente estejamos mais inclinados para a aquisição.” A Revolut e o Bank of America recusaram-se a comentar.
A Klarna, que planeia listar-se em breve em Nova Iorque, tamb+em estará a considerar solicitar uma licença bancária nos EUA, acrescentou uma das fontes. A Klarna recusou-se a comentar.
Recorde-se que os dois principais reguladores bancários dos EUA, a Federal Deposit Insurance Corporation e o Office of the Comptroller of the Currency (OCC), revogaram orientações que dificultavam a conclusão de negócios.
“A janela está aberta e pode não permanecer assim, por isso, o melhor é agir agora”, disse David Portilla, sócio especializado em instituições financeiras na firma de advogados norte-americana Davis Polk, ao Financial Times.
Mais recentes
- 2025 bateu o recorde de depósitos de particulares nos bancos
- Revolut lança primeiro cartão ‘ultra-premium’ para empresas no Reino Unido
- DBRS vê sistemas de pagamentos sem impacto com o conflito no Médio Oriente
- Novo Banco debate descarbonização e resiliência a riscos climáticos em ‘Semana da Sustentabilidade’
- Dono do brasileiro Banco Master detido
- Suíça já escolheu as novas notas para 2030