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DBRS: exposição de bancos globais cobertos pela agência à Venezuela é “muito limitada”

Maior parte dos bancos globais abandonaram ou reduziram a atividade no país desde a imposição de sanções ocidentais, nota a DBRS.

07 Jan 2026 - 16:27

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Foto: Venezuela

Foto: Venezuela

A Morningstar DBRS concluiu que “não há impacto direto real” da deposição de Nicolás Maduro nos bancos internacionais que a agência de ‘rating’ cobre. As sanções impostas ao país pelo mundo ocidental levaram a que muitos bancos abandonassem a Venezuela e as suas operações lá ou, pelo menos, as diminuíssem substancialmente.

A DBRS lembra que a Venezuela é alvo de sanções desde 2005 e, em 2019, os EUA implementaram o pacote de sanções mais duro neste país, ao colocar um embargo na empresa de petróleo estatal e bloqueando acesso ao sistema financeiro americano.

Entre os bancos que abandonaram a Venezuela estão o Citi e o Bank of Nova Scotia. O primeiro foi vendido ao Banco Nacional de Crédito após mais de 100 anos na Venezuela. Já o segundo vendeu a sua posição de 27% no Banco del Caribe em outubro de 2022. Por sua vez, o Banco Santander foi o primeiro a sair do país, tendo vendido a sua operação ao Governo da Venezuela em 2009.

A exceção é o BBVA, que mantém operações completas no país com o BBVA Provincial. O banco espanhol entrou neste mercado em 1997, informa a DBRS, e, de acordo com o relatório anual de 2024 da instituição, esta subsidiária estava avaliada em 46 milhões e teve um resultado negativo de 6 milhões nesse ano.

A DBRS nota ainda que, apesar de não fazer cobertura de bancos chineses e da informação ser limitada, estes foram preencher um vazio na Venezuela deixado pelas instituições ocidentais. A agência recorda que, nesta semana, a Bloomberg reportou que o regulador financeiro da China pediu um levantamento sobre as exposições do setor bancário ao mercado venezuelano.

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