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Crédito à habitação tem o maior crescimento anual dos últimos 20 anos em janeiro

'Stock' de crédito à habitação atingiu, em janeiro, 111,7 mil milhões, uma subida de 803 milhões face ao mês anterior e um aumento de 10,4% em relação ao mês homólogo.

26 Fev 2026 - 11:48

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Foto: Adobe Stock/Kenishirotie

Foto: Adobe Stock/Kenishirotie

Os portugueses continuam a dar gás ao crédito à habitação em Portugal. Em janeiro, o ‘stock’ de empréstimos para esta finalidade atingiu 111,7 mil milhões de euros, o que equivale a aumento de 10,4% face ao mesmo mês de 2025. Esta taxa de crescimento é a maior desde fevereiro de 2006, informa o Banco de Portugal.

No total, os empréstimos concedidos a particulares tiveram um incremento de 9,8% em cadeia. Esta é, por sua vez, a maior taxa de crescimento desde fevereiro de 2008.

Em comparação com dezembro, o ‘stock’ de crédito à habitação subiu 803 milhões. Olhando para a área do euro, Portugal apresenta, cada vez mais, um crescimento acima dos pares europeus, que reportaram em crescimento homólogo de 2,8% nestes créditos.

Já os empréstimos para consumo e outros fins aumentaram 49 milhões para um total de 33,8 mil milhões. A taxa de variação anual para o crédito ao consumo e outros fins fixou-se em 7,9%. No consumo, o valor foi de 7,3% e nos outros fins de 8,9%. A diferença para a Zona Euro tem-se vindo a estabilizar, no crédito ao consumo em específico, com os parceiros europeus a registarem um aumento homólogo de 5,1%.

No domínio empresarial, o ‘stock’ de empréstimos, no final de janeiro, totalizava 74,1 mil milhões, mais 7 milhões do que no mês anterior. Isto representa uma subida de 3,7% em comparação com janeiro de 2025.

Segundo os dados revelados pelo banco central, as micro e pequenas empresas mantiveram taxas de variação anual positivas, de 14,2% e 5%, respetivamente, enquanto as médias e grandes empresas continuam em queda, baixando 1,8% e 4,9%, respetivamente. O setor da construção e atividades imobiliárias foi o que registou maior aumento, em 8,7%, ao mesmo tempo que os transportes e armazenagem caíram 2,8%.

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