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Crédit Agricole assessorado pelo Deutsche Bank e Rothschild na possível fusão entre braço italiano e BPM
O Crédit Agricole já é o maior acionista do Banco BPM, com 20% de participação. O CEO do BPM vê esta fusão como positiva para a economia italiana.
19 Set 2025 - 16:38
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Foto: Crédit Agricole
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Notícia atualizada às 17h32 com dados sobre estado da OPA do MPS no fecho do mercado de sexta-feira
O Crédit Agricole está a estudar a fusão da sua unidade italiana com o Banco BPM, onde a instituição francesa já detém uma posição superior a 20%. Segundo três fontes citadas pela agência Reuters, o banco francês está a ser assessorado pelo Deutsche Bank e o Rothschild nesta operação. Tanto o Crédit Agricole como o Deutsche Bank e o Rothschild recusaram comentar.
O CEO do BPM, Giuseppe Castagna, indicou recentemente que, entre as possíveis opções para uma fusão estavam o Monte dei Paschi di Siena (MPS), o MPS ou o BPER. Com dois destes bancos a sucederem nas suas Ofertas Públicas de Aquisição – do BPER sobre o BP Sondrio e do MPS sobre o Mediobanca – resta o Crédit Agricole Itália. Castagna referiu-se a esta como a “oportunidade mais clara” nesta semana, em entrevista à CNBC. O líder italiano considera que uma fusão com o braço do banco francês seria “bom para a economia italiana”.
A fusão com o Crédit Agricole Itália iria dar ao banco francês uma posição de cerca de 35% na entidade conjunta, de acordo com outra fonte consultada pela Reuters. Recorde-se que uma operação deste género terá sempre de passar pelo crivo do Governo de Itália, que pode colocar imposições ou simplesmente rejeitar a fusão das instituições.
O CEO do BPM não descarta a opção de se juntar ao MPS, alegando que não pode não olhar para o resto das hipóteses. Após a fusão do MPS com o Mediobanca, a posição do BPM, que é neste momento 9%, deve baixar para menos de 5%. O período de reabertura desta OPA termina na segunda-feira e o MPS já alcançou os 70,48% das ações, à hora de fecho do mercado de sexta-feira. O banco tem, assim, o caminho livre para uma fusão completa, tendo alcançado o marco dos dois terços das ações.
O próprio BPM escapou, em julho, a uma OPA do rival UniCredit, que se viu a braços com imposições do Governo italiano, o que levou, em última instância, à retirada da oferta pelo banco.
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