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Comissão de Auditoria do PRR queixa-se de falhas de comunicação com o Banco de Fomento
Presidente da Comissão diz que a instituição financeira “demora a responder” às solicitações
03 Fev 2026 - 14:07
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foto: linkedIn/Conferência de Imprensa BPF
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foto: linkedIn/Conferência de Imprensa BPF
O Banco de Fomento não está “perfeitamente sintonizado” com as exigências de controlo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), afirmou nesta terça-feira o presidente da Comissão de Auditoria do plano, apontando falhas de comunicação.
“Não estão perfeitamente sintonizados com as exigências do controlo”, referiu o presidente da Comissão de Auditoria e Controlo do PRR, António Ferreira dos Santos, numa audição parlamentar na Comissão de Economia e Coesão Territorial.
Ferreira dos Santos precisou que este órgão tem feito pedidos ao Banco Português de Fomento que demoram a ser respondidos, à semelhança do que acontece com os pedidos formulados pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C).
A Comissão de Auditoria e Controlo assinalou, assim, algumas dificuldades na comunicação com o banco liderado por Gonçalo Regalado, reiterando que a instituição não está plenamente adaptada às exigências do controlo.
“Com persistência e resiliência, vamos tentando obter essas respostas para garantir que o nosso trabalho está a ser bem feito”, rematou.
O Banco Português de Fomento, com sede no Porto, dedica-se a criar e disponibilizar soluções que permitam às empresas aumentar a sua capacidade empreendedora, o investimento e a criação de postos de trabalho.
O PRR, cujo período de execução decorre até 2026, visa implementar um conjunto de reformas e investimentos com o objetivo de promover a recuperação do crescimento económico.
Para além de reparar os danos provocados pela pandemia de covid-19, o plano pretende apoiar o investimento e a criação de emprego.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
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