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CGD dá 1,25 mil milhões de euros ao Estado

Banco público já devolveu ao Estado todo o dinheiro que recebeu a título de ajuda e vai manter o preçário das comissões em 2026

26 Fev 2026 - 16:58

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Sede da CGD | Foto: CGD

Sede da CGD | Foto: CGD

Em atualização

Os lucros da Caixa Geral de Depósitos (CGD) atingiram, em 2025, os 1,9 mil milhões de euros, um recorde absoluto, e vai entregar 1,25 mil milhões ao Estado a título de dividendos. “Mais importante do que os resultados, é o facto destes resultados serem atingidos no ano em que a CGD completa 150 anos”, afirmou Paulo Macedo na apresentação dos resultados que ocorreu nesta quinta-feira.

“Entrámos no décimo ano de lucros. Já devolvemos todo o dinheiro ao Estado, quer aquele que cá meteu em ajudas, quer em espécie e remuneração dos capitais”, acrescentou o presidente executivo do banco público, que acrescentou que a instituição vai manter inalterável o preçário das comissões tal como aconteceu em 2025. O presidente da CGD disse que o banco quer ser uma instituição “global e não apenas um banco para depósitos”.

O volume de negócios foi de 150 mil milhões de euros (mais 8 mil milhões) em 2025, e segundo os responsáveis da CGD foi o banco que mais cresceu em termos de volume de negócios.

O administrador António Valente anunciou a mudança da CGD para a nova sede (no Parque das Nações) no segundo semestre de 2026.

No crédito à habitação a CGD contratou 5,8 mil milhões de euros com 38 mil famílias. Este negócio está muito dependente do crédito jovem. “um em cada três jovens recorrem à CGD para comprar a sua casa”, afirmou António Valente.

Aquele administrador referiu ainda que os resultados da CGD estão influenciados por  dois eventos extraordinários; 29 milhões de euros que foram devolvidos e que dizem respeito ao adicional de solidariedade que foi declarado inconstitucional, e a venda de 19% do capital das Águas de Portugal que deu uma mais-valia de 208 milhões de euros.

Em termos de imparidades existiu uma reversão no valor de 228 milhões de euros, com a recuperação de cerca de 68 milhões em créditos que eram considerados como perdidos.

Um outro número recorde diz respeito aos recursos totais de clientes que são geridos pelo banco público que ultrapassaram os 100 mil milhões de euros.

 

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