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CEO e presidente do BBVA levam menos 3% de salário para casa em 2025
Presidente do BBVA auferiu, em 2025, 8,12 milhões de euros, enquanto o CEO teve um salário de 6,97 milhões.
16 Fev 2026 - 15:33
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Foto: Jornal PT50/Mauro Mota
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Foto: Jornal PT50/Mauro Mota
Os dois banqueiros à frente do BBVA viram o seu rendimento global de 2025 a cair ligeiramente, num ano marcado pelo colapso da Oferta Pública de Aquisição (OPA) deste banco sobre o rival mais pequeno, Banco Sabadell.
De acordo com o relatório de remunerações, consultado pela agência Reuters, o presidente do Conselho de Administração, Carlos Torres, auferiu menos 3% de salário do que em 2025, totalizando 8,12 milhões, enquanto o CEO, Onur Genç, viu o seu a ser reduzido em 2,5% para 6,97 milhões.
Contudo, fonte oficial do BBVA negou, em declarações à Reuters, que estas descidas nas remunerações estejam ligadas ao falhanço da aquisição do Sabadell. Segundo o banco, a causa prende-se com o incumprimento de “alguns incentivos de curto prazo”.
O BBVA apresentou, no início do mês, um lucro recorde de 10,5 mil milhões de euros.
Recorde-se que a OPA mencionada foi proposta em maio de 2024 e acabou por terminar em outubro de 2025, com o BBVA a falhar o objetivo de aquisição do Sabadell e a conseguir apenas a adesão do equivalente a 25,33% das ações do banco rival.
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