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CEO do Banco CTT anuncia saída
Luís Pereira Coutinho deixa o cargo dentro de dias, mas vai ficar até março de 2025 para passar a pasta ao seu sucessor. A transição acontece numa altura em que o Grupo CTT admite reduzir a sua exposição ao banco, preferindo afirmar-se como “operador logístico de comércio eletrónico”.
19 Dez 2024 - 16:20
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Foto: CTT
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O CEO do Banco CTT anuncia a sua saída no final do ano. Em entrevista ao jornal Expresso, nesta sexta-feira, Luís Pereira Coutinho refere que é um “bom momento” para fazer a mudança, após três mandatos desde que o banco foi criado em 2015.
“O banco foi constituído formalmente em agosto de 2015, abriu as portas a 16 de março de 2016 e já conto com três mandatos”, disse.
Na entrevista, o gestor de 62 anos referiu que “o Banco CTT é muito importante, fi-lo crescer, mas também é importante renovar a gestão do mesmo com tempo”.
Luís Pereira Coutinho não revelou se já existe sucessor ao cargo. O Jornal PT50 tentou contactar o banco para obter mais informações, mas não foi possível até ao momento.
Com formação na Universidade Católica Portuguesa, Luís Pereira Coutinho passou previamente pelo Millennium bcp onde foi membro do Conselho Executivo.
CTT querem reduzir exposição ao Banco CTT
Recorde-se que, nesta quarta-feira, presidente executivo dos CTT admitiu que pretende reduzir a exposição do grupo ao Banco CTT, porém não estão a ser levadas a cabo nenhumas iniciativas nesse sentido.
João Bento encara com “tranquilidade um futuro em que o banco tenha menos peso” no portefólio do grupo. Algo que já havia referido em maio passado, numa entrevista à Bloomberg. Porém, João Bento referiu agora que essas declarações “foram muito ampliadas e de forma não necessariamente mais fiel”, esclarecendo que não está em curso nenhuma discussão para a venda de uma parte do banco ou a entrada de novos parceiros.
O CEO explicou que a estratégia do grupo passa por afirmar-se como “um operador logístico de comércio eletrónico”, pelo que ter um banco “complica um bocadinho a análise” da empresa pelos potenciais investidores.
“É nesse sentido que nós achamos que não precisamos de ter tanta exposição ao banco no nosso portefólio e que encaramos com tranquilidade um futuro em que o banco tenha menos peso no nosso portefólio”, salientou o CEO do Grupo CTT.
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