2 min leitura
Centeno: “Quem mudou de emprego nos últimos cinco anos teve um ganho salarial de 14%. Quem ficou no mesmo lugar ganhou mais 7%”
Governador do Banco de Portugal faz intervenção no Fórum do BCE em Sintra para mostrar que o mercado de trabalho português está a funcionar.
01 Jul 2025 - 11:40
2 min leitura
Mário Centeno, governador do Banco de Portugal | Foto: BCE
Mais recentes
- 2025 bateu o recorde de depósitos de particulares nos bancos
- Revolut lança primeiro cartão ‘ultra-premium’ para empresas no Reino Unido
- DBRS vê sistemas de pagamentos sem impacto com o conflito no Médio Oriente
- Novo Banco debate descarbonização e resiliência a riscos climáticos em ‘Semana da Sustentabilidade’
- Dono do brasileiro Banco Master detido
- Suíça já escolheu as novas notas para 2030
Mário Centeno, governador do Banco de Portugal | Foto: BCE
Mário Centeno fez uma pequena intervenção nesta terça-feira no Fórum do Banco Central Europeu (BCE), que está a decorrer em Sintra, valorizando o funcionamento do mercado de trabalho no nosso País. O governador do Banco de Portugal revelou que, “nos últimos cinco anos foram criados, em média, 150 mil novos empregos em Portugal. E para cada novo emprego criado existiram 10 novos contratos de trabalho”.
Centeno, que fez a sua intervenção no final da primeira sessão do Fórum, dedicada ao tema “As implicações macroeconómicas das mudanças nos mercados de trabalho na Europa”, salientou o dinamismo e a mobilidade do mercado de trabalho português: “Os ganhos salariais ocorrem quando as pessoas mudam de emprego. Em Portugal, nos últimos cinco anos, quem mudou de trabalho teve um ganho salarial de 14%. Quem permaneceu no mesmo empregou ganho 7%”.
“Isto significa que o mercado de trabalho em Portugal está a funcionar de uma forma eficiente”, acrescentou Mário Centeno.
Para o governador, o fenómeno da mobilidade laboral através da Europa mudou radicalmente o mercado de trabalho nos últimos 10 anos. “Dos 10 milhões de novos postos de trabalho criados nos últimos cinco anos, seis milhões foram ocupados por pessoas que estão a trabalhar num país diferente daquele onde nasceram”.
Centeno concluiu que o mercado de trabalho europeu provou ser resiliente às crises, ao contrário do que aconteceu com o mercado dos Estados Unidos.
Mais recentes
- 2025 bateu o recorde de depósitos de particulares nos bancos
- Revolut lança primeiro cartão ‘ultra-premium’ para empresas no Reino Unido
- DBRS vê sistemas de pagamentos sem impacto com o conflito no Médio Oriente
- Novo Banco debate descarbonização e resiliência a riscos climáticos em ‘Semana da Sustentabilidade’
- Dono do brasileiro Banco Master detido
- Suíça já escolheu as novas notas para 2030