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BNP Paribas lança fundação em Portugal e investe 1,5 milhões em projetos de estudo dos oceanos
A Fundação BNP Paribas Portugal é a 14.ª do banco francês e assenta nas áreas social, ambiental e cultural.
15 Dez 2025 - 17:43
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Foto: BNP Paribas
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Foto: BNP Paribas
O BNP Paribas anunciou o lançamento da Fundação BNP Paribas Portugal como parte da comemoração dos 40 anos da instituição francesa no país. O banco revela que esta terá três pilares estratégicos e, no momento de lançamento, vai investir 1,5 milhões de euros a dois projetos de estudo das alterações climáticas na biodiversidade marinha.
Esta é a 14.ª fundação do banco francês a nível mundial, sendo que o financiamento referido surge através do programa Climate & Biodiversity Initiative, da fundação-mãe, a BNP Paribas Foundation. Os dois projetos são portugueses e foram selecionados entre 163 submetidos a nível mundial, informa a fundação em comunicado.
Segundo revela, as três áreas de atuação da Fundação BNP Paribas Portugal são a social, ambiental e biodiversidade e cultura. “Estes três eixos orientarão a atividade da Fundação e refletem o seu compromisso em contribuir para uma sociedade mais inclusiva, sustentável e participativa”, sublinha a instituição. Para o período 2026 – 2028, a fundação “beneficiará grandemente da experiência acumulada em Portugal pela área de responsabilidade social corporativa do BNP Paribas, nomeadamente na área da inclusão social”, argumenta.
A vertente social foca-se na “inclusão social através do aumento da empregabilidade, em particular entre os mais jovens, mulheres e migrantes que estejam em situação de vulnerabilidade”, explica a instituição. A parte ambiental e biodiversidade “visa contribuir para o aumento da capacidade de investigação e à identificação de soluções aplicáveis em grande escala, com vista à conservação e restauro da biodiversidade marinha, com foco no Oceano Atlântico”.
Por fim, no âmbito cultural, a Fundação BNP Paribas Portugal “assume o compromisso em aumentar o acesso a atividades culturais pelos que normalmente não têm essa oportunidade, apoiar artistas de grupos sub-representados na revitalização de expressões artísticas portuguesas”.
A fundação indica que pretende “trabalhar lado a lado com associações, instituições e outros parceiros, reforçando o impacto dos projetos apoiados através da partilha de conhecimento, experiência, redes de colaboração e mobilização dos recursos mais adequados ao sucesso de cada um”. A entidade acrescenta que os colaboradores do banco vão também ser convidados a participar, “reforçando o seu compromisso com a responsabilidade social do banco, mas também a sua atuação enquanto cidadãos comprometidos com o mundo em que vivem”. Recorde-se que o BNP Paribas emprega mais de 9 mil pessoas em Portugal.
A presidente da Fundação BNP Paribas Portugal, Luciana Peres, realça que a instituição acredita no “poder do trabalho colaborativo e estabelecimento de coligações com vista à obtenção de alterações sistémicas” na sociedade e no planeta. Assim, a líder da instituição revela que o mote da mesma é “Dar poder aos que agem!” e compromete-se a apoiar “projetos inovadores, desafiadores, devidamente fundamentados e capazes de produzir impacto mensurável nas suas áreas de trabalho”.
Os dois projetos selecionados, mencionados anteriormente, são o OCEANPATH e o SHOW-IT. O primeiro propõe a criação de um corredor de migração marinha para tubarões-azuis, tubarões-mako e baleias. Já o SHOW-IT vai estudar em aquário o impacto do aquecimento dos oceanos no desenvolvimento precoce dos sistemas imunitários e motores dos Tubarões pata-roxa, por comparação com populações no Oceano Atlântico e no Mar Mediterrâneo.
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