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BCE nomeia vários diretores-gerais de supervisão
Ramón Quintana, no BCE desde 2014, sai em fevereiro. Patrick Amis, Korbinian Ibel e Thijs van Woerden trocam de cargos, com o recrutamento aberto para uma vaga de diretor-geral por preencher.
19 Nov 2025 - 10:42
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BCE sede | Foto: ecb multimedia
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BCE sede | Foto: ecb multimedia
O Banco Central Europeu (BCE) anunciou nesta quarta-feira alterações às lideranças de várias áreas de supervisão. O supervisor informou que, a partir de 1 de março de 2026, Patrick Amis, Korbinian Ibel e Thijs van Woerden passam a ser diretores-gerais de Supervisão Horizontal, Bancos Sistémicos e Internacionais e Instituições Universais e Diversas, respetivamente.
Paralelamente, o BCE revela que iniciou o processo de recrutamento para um novo diretor-geral de Instituições Especializadas e Instituições Menos Significativas. Neste momento, este cargo é desempenhado por Amis. Já Ibel é atualmente responsável pelas Instituições Universais e Diversas e Woerden pela Supervisão Horizontal.
O banco central explica que Korbinian Ibel vai substituir Ramón Quintana, que é diretor-geral desde o início da supervisão bancária europeia, em 2014, e vai juntar-se ao Banco de Espanha em fevereiro.
“As nomeações de hoje refletem o compromisso do BCE em incentivar a mobilidade interna até aos mais altos níveis de gestão”, sublinha o regulador europeu. “A mobilidade entre a supervisão temática e a supervisão específica dos bancos promove uma maior colaboração e reforça a capacidade do BCE para abordar eficazmente as questões identificadas”, considera.
O BCE relembra que a supervisão específica dos bancos recai sobre três direções-gerais, estruturadas de acordo com os modelos de negócio dos bancos supervisionados: Bancos Sistémicos e Internacionais, Instituições Universais e Diversas e Instituições Especializadas e Menos Significativas.
“Esta supervisão banco a banco é apoiada por equipas temáticas de especialistas em risco e na matéria em questão na Direção-Geral de Supervisão Horizontal. Estas equipas realizam avaliações comparativas e avaliações setoriais, tais como revisões temáticas, desenvolvem posições de política de supervisão e mantêm metodologias de supervisão”, ilustra a instituição liderada por Christine Lagarde.
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