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Banco neerlandês ABN Amro reduz lucro em 6% para 2,25 mil milhões em 2025
O ABN AMRO justificou a queda do lucro com a pressão sobre a margem financeira do banco, que caiu 3%.
11 Fev 2026 - 13:11
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Foto: ABN Amro
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Foto: ABN Amro
O banco neerlandês ABN AMRO registou um lucro líquido de 2,25 mil milhões de euros em 2025, uma queda de 6% em relação ao ano anterior devido a uma menor receita de juros, informou nesta quarta-feira a entidade, em comunicado. De acordo com os resultados divulgados pelo banco, a margem de juros diminuiu 3%, para 6,34 mil milhões, devido principalmente a uma maior pressão sobre a margem dos depósitos, empréstimos corporativos e hipotecas.
Em contrapartida, as receitas por taxas e comissões cresceram 12%, passando de 1,91 mil milhões em 2024 para 2,13 mil milhões de euros em 2025.
Quanto ao desempenho no quarto trimestre de 2025, o lucro líquido da instituição aumentou 3% em relação ao mesmo período de 2024, atingindo 410 milhões, com receitas de juros estáveis em 1,67 mil milhões e ganhos com taxas e comissões de 572 milhões, 14% superiores.
Em 31 de dezembro de 2025, o ABN AMRO tinha uma carteira de empréstimos a clientes de 239,17 mil milhões, dos quais 156,21 mil milhões correspondiam a créditos para hipotecas. Tinha também 229,65 mil milhões em depósitos de clientes e uma dívida emitida de 74,54 mil milhões.
Além disso, o banco reduziu o seu quadro de pessoal em 1500 empregos a tempo inteiro, como parte da estratégia de redução de custos anunciada em novembro, com a qual prevê conseguir uma redução de 5200 empregos até 2028. Desta forma, a instituição financeira holandesa encerrou o último exercício com um ROE de 8,7%, enquanto o seu capital de máxima qualidade subiu no quarto trimestre para 15,4%.
A instituição irá propor o pagamento de um dividendo de 0,7 euros a partir dos resultados de 2025, que se somará ao dividendo intercalar de 0,54 euros já pago aos acionistas, elevando o dividendo total em todo o exercício para 1,24 euros por ação (em comparação com os 1,34 euros distribuídos em 2024).
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
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