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Banco de Portugal já aprovou nova administração das sociedades de garantia mútua
O Banco de Portugal aprovou a nova administração das sociedades de garantia mútua, que se vão fundir. José Furtado lidera o grupo. A fusão inclui Norgarante, Garval, Lisgarante e Agrogarante, com a nova equipa a manter-se na sociedade única futura.
04 Dez 2024 - 17:47
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Foto: Banco Português de Fomento
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Foto: Banco Português de Fomento
O Banco de Portugal deu luz verde à nova administração das sociedades de garantia mútua que, recorde-se, vão ser fundidas por iniciativa do Banco Português de Fomento (BPF), no final do ano passado. O ex-presidente da Águas de Portugal, José Furtado, vai ficar à frente da nova estrutura. As quatro sociedades em questão têm como acionistas a Norgarante, Garval, Lisgarante e Agrogarante.
A decisão da entidade reguladora era aguardada desde julho, sendo que todos os membros do conselho de administração foram aprovados para início imediato de funções. A avaliação de ‘fit and proper’ dura, pelo menos, três meses e a carta com a aprovação final chegou na terça-feira, segundo apurou o ECO.
A comissão executiva conta também com Marta Penetra, anteriormente administradora executiva da Garval e da Lisgarante, em representação do Banco Português de Fomento. Vindo da rede de retalho do BCP, Rui Teixeira também se junta à equipa, bem como Rui Saraiva da Silva, ex-diretor de sinistros e contencioso na COSEC, seguradora de crédito. Já o presidente do Conselho de Administração é Joaquim Pinheiro, cujo nome tinha sido aprovado nas assembleias gerais de maio deste ano como presidente do Conselho de Administração da Garval, Lisgarante e Norgarante. Irá assumir a mesma função na Agrogarante.
Entre os vogais não executivos, estão Jaime Andrez, ex-presidente da Parpública, Isabel Lourenço, diretora do Departamento de Contabilidade no ISCTE-IUL, e Ana Filipa Mendes, membro do Conselho de Administração da Raize e da Impresa.
Em junho do ano passado, relembra o ECO, os acionistas das quatro sociedades nomeados anteriormente aprovaram a nomeação de uma equipa de gestão comum para o mandato 24-26, que seria também a equipa a vigorar após a fusão, segundo explicou o BPF na altura.
O processo de fusão foi proposto pelo BPF ao Governo em novembro de 2023, “através das operações de fusão por incorporação de três das sociedades”, explicou esta entidade em comunicado na mesma altura. A PwC foi contratada para este procedimento com o objetivo de garantir que as sociedades mantivessem a sua atividade, divergindo apenas na área geográfica ou o setor de atividade em que intervêm. O BPF previu, inicialmente, que o processo finalizasse em abril deste ano.
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