2 min leitura
Ataque à Base de Dados Nacional das Contas Bancárias Francesas
Banco de França deu conta de uma informação divulgada pela Direção-Geral das Finanças Públicas de França sobre um acesso ilegítimo à base de dados das contas bancárias dos cidadãos franceses.
23 Fev 2026 - 11:48
2 min leitura
Foto: Pexels
Mais recentes
- 2025 bateu o recorde de depósitos de particulares nos bancos
- Revolut lança primeiro cartão ‘ultra-premium’ para empresas no Reino Unido
- DBRS vê sistemas de pagamentos sem impacto com o conflito no Médio Oriente
- Novo Banco debate descarbonização e resiliência a riscos climáticos em ‘Semana da Sustentabilidade’
- Dono do brasileiro Banco Master detido
- Suíça já escolheu as novas notas para 2030
Foto: Pexels
O Banco de França informou que a Direção-Geral das Finanças Públicas de França (DGFiP) comunicou a ocorrência de um “acesso ilegítimo” à base de dados nacional de contas bancárias (FICOBA) por parte de um “agente malicioso”. Os dados pessoais divulgados incluem “dados bancários (RIB/IBAN), identidade do titular da conta, morada e, em alguns casos, o número de identificação fiscal do utilizador”. Os afetados serão notificados nos próximos dias de que “o acesso aos seus dados foi detetado”.
Segundo aquele organismo, o ataque ao ficheiro de contas bancárias FICOBA — onde estão registadas todas as contas (contas à ordem, contas poupança e contas de investimento) e cofres abertos em instituições bancárias em França — não permite o acesso aos saldos das contas e os dados obtidos são insuficientes para a realização de transações bancárias.
O Banco de França recomenda, no entanto, a máxima vigilância e incentiva o público a adotar as melhores práticas para se proteger contra o risco de fraude em caso de violação de dados pessoais.
Para se proteger contra o risco de fraude por débito direto, o supervisor francês aconselha os depositantes a verificarem regularmente as suas contas, de forma a poder reagir a quaisquer anomalias.
“Se necessário, notifique imediatamente o seu banco para cancelar o pagamento e suspender a autorização de débito direto do credor”, refere o Banco de França, acrescentando: “É também possível adotar, como medida preventiva, um serviço de pré-registo junto do seu banco (apenas os credores registados podem efetuar débitos diretos na conta).”
Mais recentes
- 2025 bateu o recorde de depósitos de particulares nos bancos
- Revolut lança primeiro cartão ‘ultra-premium’ para empresas no Reino Unido
- DBRS vê sistemas de pagamentos sem impacto com o conflito no Médio Oriente
- Novo Banco debate descarbonização e resiliência a riscos climáticos em ‘Semana da Sustentabilidade’
- Dono do brasileiro Banco Master detido
- Suíça já escolheu as novas notas para 2030