4 min leitura
“As moratórias são algo a que as pessoas podem recorrer já”
O BPI apresentou os resultados de 2025, com lucros de 512 milhões de euros (menos 13%), e está a operacionalizar as medidas de apoio aos prejuízos causados pela tempestade Kristin
02 Fev 2026 - 12:09
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João Pedro Oliveira, ceo do BPI | foto: diasporaportuguesa
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João Pedro Oliveira, ceo do BPI | foto: diasporaportuguesa
Em atualização
O banco BPI está empenhado em operacionalizar, o mais rapidamente possível, as medidas de ajuda anunciadas pelo Governo no âmbito dos prejuízos provocados pela tempestade Kristin. “Ainda temos cinco balcões encerrados nos concelhos afetados pela tempestade”, afirmou nesta segunda-feira, João Pedro Oliveira e Costa, CEO do BPI, adiantando que a instituição financeira deslocou vários diretores ao terreno para avaliarem as necessidades dos clientes empresariais.
“O mais importante é colocar no terreno as medidas anunciadas, que têm alguma dimensão. A questão das moratórias é algo a que as pessoas podem recorrer já, e as linhas de crédito do Banco de Fomento também me parecem muito importantes”, referiu o responsável.
O CEO do BPI sublinhou que a prioridade do banco “é operacionalizar as medidas do Governo. Isto não é estalar os dedos. Estamos empenhados em fazê-lo acontecer muito rapidamente”. Acrescentou ainda que o banco está “em contacto direto com os balcões nos concelhos afetados”.
O banco BPI está empenhado em operacionalizar, o mais rapidamente possível, as medidas de ajuda anunciadas pelo Governo no âmbito dos prejuízos provocados pela tempestade Kristin. “Ainda temos cinco balcões encerrados nos concelhos afetados pela tempestade”, afirmou João Pedro Oliveira e Costa, CEO do BPI, adiantando que a instituição financeira deslocou vários diretores ao terreno para avaliarem as necessidades dos clientes empresariais.
“O mais importante é colocar no terreno as medidas anunciadas, que têm alguma dimensão. A questão das moratórias é algo a que as pessoas podem recorrer já, e as linhas de crédito do Banco de Fomento também me parecem muito importantes”, referiu o responsável.
O CEO do BPI sublinhou que a prioridade do banco “é operacionalizar as medidas do Governo. Isto não é estalar os dedos. Estamos empenhados em fazê-lo acontecer muito rapidamente”. Acrescentou ainda que o banco está “em contacto direto com os balcões nos concelhos afetados”.
O banco BPI está empenhado em operacionalizar, o mais rapidamente possível, as medidas de ajuda anunciadas pelo Governo no âmbito dos prejuízos provocados pela tempestade Kristin. “Ainda temos cinco balcões encerrados nos concelhos afetados pela tempestade”, afirmou João Pedro Oliveira e Costa, CEO do BPI, adiantando que a instituição financeira deslocou vários diretores ao terreno para avaliarem as necessidades dos clientes empresariais.
“O mais importante é colocar no terreno as medidas anunciadas, que têm alguma dimensão. A questão das moratórias é algo a que as pessoas podem recorrer já, e as linhas de crédito do Banco de Fomento também me parecem muito importantes”, referiu o responsável.
O CEO do BPI sublinhou que a prioridade do banco “é operacionalizar as medidas do Governo. Isto não é estalar os dedos. Estamos empenhados em fazê-lo acontecer muito rapidamente”. Acrescentou ainda que o banco está “em contacto direto com os balcões nos concelhos afetados”.
O BPI foi a primeira grande instituição financeira portuguesa a apresentar os resultados do ano de 2025, tendo registado lucros de 512 milhões de euros, menos 13% do que em 2024. A atividade em Portugal contribuiu com 489 milhões de euros, enquanto as participações no BFA (Angola) e no BCI (Moçambique) contribuíram com 22 milhões de euros. O contributo do banco moçambicano obrigou à constituição de um conjunto de imparidades no valor de 34 milhões de euros.
O crédito à habitação registou um dos maiores crescimentos, com uma subida de 35%. A contratação de novo crédito à habitação atingiu os 3,9 mil milhões de euros, o que corresponde a uma quota de mercado na produção de 15,1%. Já a carteira de crédito à habitação registou um aumento de 13%, atingindo os 17,2 mil milhões de euros.
No que respeita ao crédito às empresas, a carteira cresceu 3%, para os 12,4 mil milhões de euros, suportada pelo forte impulso das PME, que aumentaram 10%, atingindo os 6,8 mil milhões de euros.
No segmento das comissões, o BPI não vai aumentar em 2026. As comissões totalizaram 307 milhões de euros, uma queda de 6% face a 2024, embora este valor tenha sido influenciado por uma operação one off realizada em 2024.
No segmento das comissões, o BPI não vai aumentar em 2026. As comissões totalizaram 307 milhões de euros, uma queda de 6% face a 2024, embora este valor tenha sido influenciado por uma operação one off realizada em 2024.
O produto bancário ascendeu a 1,2 mil milhões de euros, o que representa uma descida de 8% face a 2024. A margem financeira diminuiu 10%, para 875 milhões de euros, explicada pelo repricing do crédito com indexantes inferiores aos de 2024.
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