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As hashtags da CGD para 2026: “mudar / melhorar / crescer / consolidar / inovar”
Paulo Macedo enviou uma mensagem aos funcionários citando Camões nos 150 anos do banco público: "Todo o mundo é composto de mudança, tomando sempre novas qualidades".
08 Jan 2026 - 11:00
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Paulo Macedo, CEO da CGD | Foto:
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Paulo Macedo, CEO da CGD | Foto:
Foi esta a mensagem que Paulo Macedo dirigiu, no último dia de 2025, aos mais de cinco mil funcionários diretos do banco público, que o Jornal PT50 aqui reproduz. No ano em que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) celebra 150 anos, o seu presidente executivo citou um soneto de Camões dedicado à constante mudança da vida: “Todo o mundo é composto de mudança, tomando sempre novas qualidades”.
“Camões é sempre inspirador, e é esse espírito, de inspiração e constante mudança, que queremos que prevaleça no ano que agora arranca”, referiu Paulo Macedo, que prosseguiu com uma breve recordação do passado: “Vale a pena, nestes dias de transição, olhar para 2025 que passou e frisar alguns pontos que julgamos importantes, e que não queremos que fiquem na espuma dos dias. Foi um ano assinalável, o prolongamento de um ciclo de crescimento notável.”
Trabalhámos “para fora”, apoiando famílias, empresas e a economia. O crescimento foi uma das nossas palavras-chave no ano que passou. Registámos uma produção recorde no crédito à habitação e ganhámos quota de mercado no financiamento às empresas, o que também representa um reconhecimento do nosso trabalho por parte dos clientes”, afirmou o responsável, acrescentando que os lucros registados (1,4 mil milhões de euros nos primeiros nove meses de 2025) “não são obra do acaso. São o resultado do nosso empenho, profissionalismo, de uma visão e gestão adequadas e do esforço da grande maioria dos colaboradores”.
Paulo Macedo destacou ainda que a massa salarial global dos trabalhadores da CGD “foi muito superior à taxa de inflação; mas, como nem tudo se resume a números, houve um investimento significativo na formação, que é uma das melhores formas de progredirmos, individual e coletivamente, todos os dias”.
Ao iniciar 2026, Paulo Macedo recorda a história do banco público: “Foi fundado em 1876, reinava D. Luís I e era Presidente do Conselho de Ministros Fontes Pereira de Melo. Ao longo de um século e meio, a Caixa tornou-se uma peça indispensável na economia portuguesa, prestigiada dentro e fora de portas. A sua presença é notória. E, como a mudança é permanente, este será o ano da nova sede, no Parque das Nações: uma sede melhor e mais moderna, adaptada para responder aos desafios do futuro, com preocupações ambientais e destinada a promover uma forma de trabalhar mais empreendedora, ágil e colaborativa.”
O responsável recordou que “nesta mudança de geografia (apenas 4.000 metros de distância, que são, no fundo, muito mais do que isso), há também um espírito de trabalho e um foco que queremos que se mantenham. Em termos globais, queremos continuar a trabalhar para sermos a referência europeia que almejamos no Plano Estratégico, mantendo, bem entendido, os nossos clientes sempre como a primeira razão da nossa atividade.”
Por fim, o presidente da CGD destacou o “permanente espírito de transformação”, a “digitalização dos serviços”, a forte aposta na inteligência artificial e tarefas alicerçadas na indispensável presença das nossas equipas, que estarão onde os clientes mais precisam, aconselhando-os e orientando-os. “Por isso, continuaremos também a nossa política de recrutamento – onde os melhores têm lugar, captando e valorizando novas competências.”
Paulo Macedo concluiu: “Não podemos prever o futuro, nem antecipar as surpresas que o ano nos trará. Mas podemos já escrever as hashtags que estarão sempre presentes: mudar / melhorar / crescer / consolidar / inovar.”
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