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África do Sul adere ao Afreximbank e recebe 8 mil milhões de dólares em financiamento

A África do Sul torna-se, assim, o 54.º país africano a beneficiar de financiamento do Afreximbank.

04 Fev 2026 - 15:50

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Foto: Unsplash

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A África do Sul aderiu ao Banco Africano de Exportações e Importações (Afreximbank), tornando-se o 54.º país africano a beneficiar de financiamento comercial desta instituição, que começa com um programa de 8 mil milhões de dólares. “A adesão segue-se à aprovação histórica pelo Parlamento sul-africano da adesão em 2025, consolidando uma parceria estratégica entre o principal banco multilateral de África e a potência industrial do continente”, lê-se no comunicado enviado à Lusa, que dá conta de um programa de investimentos no valor de 8 mil milhões de dólares, cerca de 6,7 mil milhões de euros.

“Para operacionalizar esta parceria, o Afreximbank irá lançar importantes intervenções financeiras no país, incluindo um novo Programa Nacional, concebido para aprofundar a economia sul-africana”, diz o banco multilateral. O programa agora aprovado para a África do Sul, a economia mais industrializada da África subsaariana, foi concebido para “ampliar o impacto do Banco no desenvolvimento, melhorar o desenvolvimento industrial e as cadeias de abastecimento regionais e impulsionar significativamente o comércio intra-africano e os fluxos de investimento”.

A África do Sul é também o país que mais contribui para o comércio entre países africanos, representando 19,1% do total continental em 2024, estando por isso “numa posição única para alavancar a infraestrutura comercial, a experiência e o alcance pan-africano do Afreximbank para expandir as suas relações de exportação em todo o continente”.

O Afreximbank é uma instituição financeira multilateral pan-africana detida pelos países da região, com o objetivo de financiar e promover o comércio dentro de África, mas também as exportações dos países africanos. O banco obteve 973,5 milhões de dólares (854 milhões de euros) de lucro em 2024, subindo 29% face a 2023, apoiado nas “significativas contribuições” das subsidiárias, segundo a instituição.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT50

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